quinta-feira, 26 de maio de 2016

Imatura

Não quero ser madura
Quero estar a altura
De ser eu mesma
De me representar

Me chame de criança
De ingenua, pirralha
Não ligo, não atrapalha
Ao contrário, é minha marca

É que este pensamento infantil
Me dá criatividade para sonhar
E mesmo na escuridão deste mundo hostil
Encontro luz para criar

Não quero ser madura
Quero estar a altura
De ser eu mesma
E jamás deixar de sonhar

                      (Carol Quinteiro)

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Ore


Ore com carinho
Ore com respeito
Ore com alegria
Ore com paixão
                                
Ore por ti  
Ore pelo irmão
Ore por amor
Ore por gratidão

Ore sem pressa
Feito conversa
Ore sorrindo
Ore uma canção

Ore de dia , de noite
A quarquer hora
Ore agora         
Ore com o coração

                  (Carol Quinteiro)

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Vá, menina

Ei, menina
Escuta-me
E venha

Apressa-te,menina
O caminho
é longo

Fica calma,menina
Confia
Depois de pedras
Verá rosas

Agora vá,menina
Encontra teu Destino

                          (Carol Quinteiro)

terça-feira, 29 de março de 2016

Convite

Invente
Tente
Imagine
Sonhe
Aproveite

Viva!
E depois...
Escreva

Faça
Da sua vida
Poesia !
   
           (Carol Quinteiro)

sexta-feira, 18 de março de 2016

Inspiração

Inspiração?
Onde estás?
Por que tanto adias
Tão esperada visita?
           
Rimas,
Sempre bem-vindas,
Sejam raras
Pobres ou ricas

Palavras ,                
Formem versos
Bonitos
Ou só sinceros

             (Carol Quinteiro)

sábado, 12 de março de 2016

Devaneio

Conversa engraçada
Entre mim e eu mesma
Viajar para o longe
Sem sair do lugar
O mundo entender
Para se auto-conhecer
Enfim descobrir
O que busca encontrar
   
                (Caroline Quinteiro)

quarta-feira, 9 de março de 2016

Raízes

Já me basta de saudades
Que me prendem a essa terra
Minha natal,meu refujo,
Minha vida
Para qual bastou uma semana
Para tornar-se a futura antiga

Já me basta de motivos
Agora que tudo
Tomou ares de despedida
Em que qualquer pouco basta
Para despertar dolorosa
Precose melancolia

Mas nenhum novo horizonte
Fará das minhas memórias,
Esquecidas
Pois aqui estão fixadas
As raízes desta alma
Viajante e decidida.

(Caroline Quinteiro)